Kingsman: o Círculo Dourado, aquele filme de ação massa pra ver com os parça

Hoje o dia foi de ver Kingsman: o Círculo Dourado (Kingsman: the Golden Circle, 2017). Eu não consigo ler esse título sem rir, ainda mais depois do final do filme anterior.

[Nota: Na real tá meio ruim de rir hoje, minha operadora de celular resolver sumir com uns créditos meus do nada. Se eu deixar o ódio transparecer, desculpa, não foi por mal]

SINOPSE

Eggsy (Taron Egerton) está vivendo sua vida normal de alfaiate de fachada, agente secreto, e namorado de uma princesa sueca, até que um ataque coordenado destrói todos os agentes da Kingsman. Então, ele e Merlin (Mark Strong) precisam descobrir quem é Golden Ring, e como foi capaz de tal coisa. E devem precisar de ajuda.

COMENTÁRIOS

Se você viu o filme anterior, vai lembrar como ele era um filme de ação f@#$ (em tempo: Não tive tempo de ver o anterior mais uma vez antes da cabine). As sequências de ação eram muito boas, e o roteiro, se era simples, era bem executado, então você não sentia falta de nada. Ou seja, era um filme simples, não burro (o que me agrada).

Esse aqui é a mesma coisa. E isso não é pejorativo, é tão bom quanto o filme anterior. O ideal seria fazer um gráfico de altos e baixos dos dois e ver qual se sai melhor em cada momento, mas na média, ambos são ótimos filmes de ação.

Então talvez, na real, o que falte à esse filme seja justamente o fator surpresa que o anterior carregava. Pra quem não sabe, ele é baseado num quadrinho de mesmo nome (Kingsman: the Secret Service, de Mark Millar e Dave Gibbons) e é bem esse o ponto, fora do meio “quadrinístico”, pouca gente conhecia. Eu mesmo tava por fora. Então chegar no cinema e assistir um filme tão bacana foi uma parte muito importante da experiência, que esse não tem.

Mas ele nos dá outras surpresas, em geral, com o elenco. Julianne Moore, Halle Berry, Jeff Bridges, Pedro Pascal, sem citar uma estrela mundial que faz uma participação hilária, e sem contar os já familiares Mark Strong e Colin Firth. A mudança de ambiente do filme também é muito bacana (apesar de eu sempre me irritar com americanização de tudo).

Enfim, é uma releitura dos filmes de agente secreto a la James Bond mas, ao invés de ir para o lado sério, estilo Bourne, indo mais para o lado fantasioso/tecnológico e humorístico. Igual o primeiro. Ou seja, vale a pena.

O QUE FOI BOM

  • Cenas de ação. Muito boas
  • Novas tecnologias apresentadas.
  • Elenco!
  • Filme de ação simples, não burro.
  • (talvez) Levanta um debate sobre nossa forma de lidar com as drogas. Mas ainda tenho que pensar mais a respeito.
  • Trilha sonora

O QUE FOI RUIM

  • Se por um lado as cenas de ação com a câmera acompanhando de perto os movimentos são muito interessantes (e mais bem feito que em Transformers), por outra fica meio artificial. A primeira sequência me incomodou, por exemplo.
  • O filme anterior foi acusado de sexismo por algumas cenas. Esse traz um discurso melhor no final, porém uma cena, na verdade uma sequência inteira, foi muito desnecessária e me incomodou. Como fui sozinho nessa, não tive com quem debater a respeito.
  • Algumas piadas relativas ao ponto anterior.

 

RESUMO

VALE A PENA. Se quer um filme de ação bom, vai ver e não perde tempo. Claro que, se filme de ação não é sua praia, vai perder seu tempo. Se você é fã de “espiões tecnológicos”, esse filme é pra ti.

 

NOTA: 8 / 10

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